Tempo e descaso derrubam. A gente revive e mostra.
O Contexto: Nas ruínas do Forte de Brumadinho, um dos sítios arqueológicos mais intrigantes de Minas Gerais. Um local do século 18 ligado ao Ciclo do Ouro e a lendas sobre cunhagem de moedas falsas. Hoje é trilha de caminhada, onde centenas passam sem imaginar a história daquelas pedras.
A Ideia: Usamos a técnica de "reconstrução aumentada". Um painel transparente com ilustração em line-art posicionado em um ângulo específico que completa visualmente a estrutura em ruínas, como se o forte fosse reerguido diante dos olhos de quem caminha. Uma hipótese arqueológica assinada pela UFMG e IPHAN.
A Execução: Uma instalação física analógica no próprio sítio arqueológico. Sem tela, sem tecnologia, apenas um painel de acrílico e o ângulo perfeito, criando um momento fotográfico espontâneo que transforma ruína em memória viva.

